Arquivo mensal: abril 2015

Persiste o nada

no lugar da poesia.

Eu revido a violência

do desprezo teu

Sem ar nenhum de súplica.

Lembro

lembro

Te penso

Em cada prisma que me cega atrás dos olhos

Fecho tudo

Cortinas; pálpebras; boca

Silêncio meu

Proporcional à solidão tua

Socorrendo a minha.

[Left hand free – Alt-J]

Anúncios