Arquivo mensal: agosto 2014

Que frieza reveste a nova platina
Blindada pela tepidez luminosa
Por onde tímida se filtra a claridade

Esculpe teu silêncio
Que o flagrante desconhecimento cresce
Deixando lúcido o arder das coisas frias
Perto essa noite
Longe meu dia.

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Eu ando por aí. Aprendi tarde. Sei bem como trocar os passos, me direcionar para algum lugar aleatório; normalmente o único que eu não deveria estar. Eu também não deveria estar sentada, esperando, que alguma coisa mude em mim. Não tento mais. Cansei cedo.

“Um enorme espaço vazio entre o que eu sou e o que eu deveria ter sido”

A parte que eu calo, por excelência, me faz humana;
uma vez que a ausência por não não externar as coisas;
é precisamente o que me destrói e me delimita.