Arquivo mensal: junho 2013

Se minha mente fosse o acaso, me jogaria nos teus braços todos os dias. Sem dó e sem contexto. Meu agora tem limite pra todos os lados. Das 6 da manhã às 10 da noite eu vivo sob o signo do não-tem-nada-de-novo-pra-mim. E a cada pessoa desinteressante que aparece, engulo mais um sapo, às vezes ainda sou abrigada a ruminar. Torço para que o viver no depois não seja essa existência domada, essa briguinha de aguenta-ou-não.  Uns chamam isso de paciência, outros gritam com uma raiva indecifrável pra eu parar de sentir pena de mim. Já eu me abstenho de definições.

 

[Arctic Monkeys – Only ones who know]

Se minha mente fosse o acaso, me jogaria

Anúncios